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Ombro - Ortopedia para Idosos

Cirurgia da Mão

Lesões do Esporte

São Paulo - Capital - Vila Mariana

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Cirurgia de Cotovelo

Cirurgia de Cotovelo

Também denominada cotovelo do tenista é uma doença dos tendões da musculatura extensora do antebraço.

Cirurgia de Ombro

Cirurgia de Ombro

Desordens dolorosas no ombro são muito comuns e apresentam uma incidência de 9,5 por 1000 pacientes.

joelho

Joelho e Quadril

Osteoartrite é uma condição comum que muitas pessoas desenvolvem durante a meia idade ou mais velhos.

Especialidades e Horários

  1. Joelho e Quadril
  2. Mão e Punho
  3. Ortopedia e Traumatologia
  4. Ombro e Cotovelo
  5. Trauma Ortopédico
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Dr. Marcus Vinicius Malheiros Luzo (Especialista em Joelho e Quadril)

Quarta das 14h às 18h30 | Sexta das 08h40 às 11h50


Graduação em Medicina pela Escola Paulista de Medicina (1983-1988), Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia pelo Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Escola Paulista de Medicina (1989-1991), Curso de Especialização em Medicina Desportiva pela Escola Paulista de Medicina (1990), Especialização em Cirurgia do Joelho e Artroscopia pela EPM (1992), realizou Mestrado no Programa de Pós- Graduação em Ortopedia e Traumatologia da EPM-UNIFESP (1995-1997) e Doutorado (1998-2002). Obteve o Titulo de Professor Afiliado modalidade Ensino/Assistência (2012).Professor Adjunto exercendo o cargo de Coordenador da Graduação do Departamento de Ortopedia e Traumatologia na EPM (2012), exerce a função de Chefe do Grupo do Joelho e Artroscopia da Disciplina de Ortopedia do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da EPM-UNIFESP (2013). Presidente da Sociedade Brasileira de Cirúrgia do Joelho (SBCJ) (2015-2016), Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), Membro Titular da Sociedad Latinoamericana de Artroscopia Rodilla y Traumatología Despotiva (SLARD), Membro Titular da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Trauma do Esporte (SBRAT), Membro da International Society of Arthroscopy, Knee Surgery and Orthopaedic Sports Medicine (ISAKOS), Membro da American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS). Projetos de Pesquisa no tratamento da degeneração articular do joelho. Atua na Ortopedia e Traumatologia, Cirurgia do Joelho e Artroscopia, nos seguintes temas: traumatologia esportiva, artroscopia, joelho degenerativo, lesões ligamentares do joelho, tendíneas e artroplastias.

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Dr. Joao Carlos Belloti (Especialista em Mão e Punho)

Terça das 14h às 18h | Quinta das 08h às 12h


Mestrado Acadêmico (1999) e Doutorado (2005) em Ciências, realizado no Programa de Pós-graduação em Ortopedia e Traumatologia pela Universidade Federal de São Paulo. Mestre Profissional em Efetividade em Saúde Baseada em Evidências pela Universidade Federal de São Paulo (2003). Professor adjunto do Departamento de Ortopedia e Traumatologia (2010). Pesquisador CNPq II (2013-2016). Atua como médico da Disciplina de Cirurgia da Mão e Membro Superior na Universidade Federal de São Paulo, tendo atuação com maior ênfase nos seguintes temas: cirurgia da mão e do membro superior, fraturas, fratura da extremidade distal do rádio e artrose. Em 2010 foi efetivado como Professor Orientador do Programa de Pós-Graduação em Cirurgia Translacional da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, sendo pesquisador na área de concentração Qualidade como Método de Avaliação e linha de pesquisa: Medicina Baseada em Evidências.

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Dr. Arlindo Cezar Granado (Ortopedia e Traumatologia)

Segunda das 08h às 12h | Terça das 08h às 12h | Quinta das 14h às 18h


Graduado em Medicina pela Universidade Sul Fluminense (1988), Residência médica e especialista em Ortopedia e Traumatologia (1989-1991) e Residência médica e especialista em Cirurgia do Joelho (1991-1992) pela Escola Paulista de Medicina – UNIFESP. Foi colaborador do Grupo do Joelho da UNIFESP (1993-1995). Atua como Médico Ortopedista no Hospital do SEPACO desde 1993, onde também ocupa o cargo de Coordenador do Serviço de Ortopedia (desde 1997). É sócio do Centro Paulista de Ortopedia e Traumatologia desde 1993.

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Dr. Marcel J. S. Tamaoki (Especialista em Ombro)

Sexta das 12h às 17h30


Possui graduação pela Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de São Paulo (1998-2003), Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia (2005-2007) pela EPM-UNIFESP, com obtenção do Título de Especialista (TEOT-SBOT); Especialização Lato Sensu em Cirurgia do Ombro e Cotovelo (2008) na Disciplina de Disciplina de Cirurgia da Mão e Membro Superior da EPM-UNIFESP. Realizou Doutorado pelo Programa de Pós-graduação em Cirurgia Translacional da Unifesp, com bolsa Demanda Social da Capes (2009-2011) e atualmente realiza o Pós-doutorado, com bolsa de estudos REUNI/Capes. Sua Linha de Pesquisa envolve a Medicina Baseada em Evidências e o desenvolvimento de Ensaio Clínicos, principalmente ligado aos temas das afecções ortopédicas e traumatológicas do membro superior. Orientador do Programa de Pós-graduação em Cirurgia Translacional (Capes nota 6) e Professor Orientador do Programa de Mestrado Profissional ligado a Residência Médica (Escola Paulista de Medicina). Suplente de Supervisor no Programa d Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia da EPM-UNIFESP (2012-2013). Revisor (Peer Review) do Journal of Scientific Research and Reports (ISSN: 2320-0227, open acess). Professor Adjunto, nível A1, com lotação na Disciplina de Cirurgia da Mão e Membro Superior do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Escola Paulista de Medicina da UNIFESP.

A Síndrome do Túnel do Carpo

INTRODUÇÃO
A síndrome do túnel do carpo (STC) é uma condição clínica resultante da compressão do nervo mediano no túnel do carpo.
A STC é a mais frequente síndrome compressiva de nervos periféricos. Estudos transversais têm demonstrado
prevalência de 9,2% nas mulheres e 0,6% nos homens, com pico de incidência entre 50 e 59 anos 3.
 
Os sinais e sintomas clínicos mais comuns da STC são: dor, hipoestesia e parestesia (formigamento) nas mãos no território de sensibilidade do nervo mediano (particularmente no polegar, dedo indicador e médio e face radial do dedo anular), com piora noturna dos sintomas.
Caracteristicamente, os sintomas de parestesia (formigamento) e dor noturna das mãos, acordam o paciente durante o sono e podem ser confundidos com sintomas causados por causas cardiológicas.
A dor pode ter irradiação proximal para o braço e ombro. O paciente pode referir diminuição de força de preensão da mão, em estágios mais avançados, pode-se observar hipotrofia da musculatura da mão.
Como hipóteses de sua etiologia estão o espessamento do tecido sinovial ou a compressão por outras estruturas no túneldo carpo, levando ao aumento continuado da pressão dentro deste túnel e que aumenta com posição de flexão ou extensão do punho.
 
Tratamento:
As perguntas mais frequentes quanto ao tratamento são as seguintes:
 

1. O TRATAMENTO CIRÚRGICO DA STC É MAIS EFETIVO QUE  TRATAMENTO CONSERVADOR?

 - O tratamento cirúrgico (cirurgia aberta) proporciona melhores resultados, quando comparados aos pacientes tratados conservadoramente (imobilização do punho com tala) por seis semanas.

2.  O USO DA TALA PARA IMOBILIZAÇÃO DO  PUNHO É EFICAZ PARA O TRATAMENTO DA STC? 

-  O uso da tala noturna proporciona melhora dos sintomas da STC e da função da mão. 

3.  O USO DE ULTRASSOM (US) TERAPÊUTICO, LASER ACUPUNTURA OU YOGA É EFICAZ PARA O TRATAMENTO DA STC?

 - Na STC, o uso de US por sete semanas proporciona melhora global dos sintomas, em seis meses de seguimento. O uso de laser e acupuntura não conferem melhora aos sintomas.

 4.  O USO DE ANTI-INFLAMATÓRIOS, DIURÉTICOS, VITAMINA B6 E CORTICOSTEROIDES É EFETIVO PARA O TRATAMENTO DA STC?

 - O uso de diuréticos, AINH e vitamina B6 não produz benefício aos pacientes com STC durante curto tempo de tratamento.  O uso de corticoides orais por duas semanas produz melhora dos sintomas e funcional da mão.

5. A INJEÇÃO LOCAL DE CORTICOSTEROIDE É EFICAZ PARA O TRATAMENTO STC?

 -  A injeção local de corticosteroide de curta duração na STC melhora os sintomas. O uso de repetidas injeções não acrescenta benefício em relação a uma única aplicação.

6.  QUAL É A MELHOR TÉCNICA DE TRATAMENTO CIRÚRGICO PARA A STC?

-  A opção da técnica a ser utilizada para o tratamento da STC deve embasar-se na experiência do cirurgião e nas expectativas de cada paciente, pois a evidência atual demonstra não haver superioridade de uma técnica específica.

7.  QUAL É O PROGNÓSTICO DOS PACIENTES COM STC TRATADOS CIRURGICAMENTE?

 - Na maioria dos pacientes com STC, o resultado do tratamento cirúrgico aberto é bastante satisfatório, com melhora clínica significativa com um ano de seguimento, em cerca de 70% a 90% dos pacientes operados.

 

Leia mais... 

http://diretrizes.amb.org.br/ans/sindrome_do_tunel_do_carpo-tratamento.pdf

 

 

 

 

 


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